Revista MultiAtual - ISSN 2675-4592

A HORTA ESCOLAR COMO INSTRUMENTO DE TRANSFORMAÇÃO DIDÁTICO-SOCIAL

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Anicely Débora Rodrigues Fonseca

Graduada em Cências Biológicas - Ênfase em Gestão Ambiental, Especialização em Educação Ambiental pela Universidade Federal de Lavras/MG. Especialização em Gestão de Instituições Federais de Educação Superior (FAE/UFMG). Professora  da rede pública estadual de Minas Gerais.  

elyanic123@gmail.com


Marcelo Reis Maia

Graduado em Arquitetura e Urbanismo (Izabela Hendrix 1998), pós-graduado em Arquitetura Contemporânea, Projeto e Crítica (PUC-MG 2001), mestre em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU/USP, 2006), e doutor em Arquitetura e Urbanismo (FAU/USP 2013). Professor da Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

marcelo.maia@gmail.com

 

RESUMO

O ensino aprendizagem dos conteúdos escolares precisa perpassar os muros da escola para alcançar toda a comunidade escolar. A sociedade encontra-se diante um dilema que é a preservação do meio ambiente X o desenvolvimento populacional. Enquanto a população não se conscientizar de que sem os devidos cuidados com os recursos naturais nossa espécie e as demais irão se extinguir o problema continuará.  Logo é necessário a transformação didático-social para que haja uma mudança de pensamento e comportamento nas gerações futuras.  Diante disso, este projeto apresenta a importância da horta escolar para a preservação do meio ambiente e para as demais espécies, possibilitando abordar temas como meio ambiente e escola, compostagem dentre outros. As atividades foram desenvolvidas na Escola Estadual Pedro Evangelista Diniz, Ibirité – MG, junto aos alunos do Ensino Médio.  A metodologia utilizada foi o da pesquisa-ação, que contou com a participação dos alunos na organização de hortas. Como resultado desta proposta de implantação da horta escolar, obteve-se conhecimentos sobre pragas de hortaliças, importância da composteira, e implantação da horta familiar. Desta forma, conclui-se que o trabalho desenvolvido irá levar os alunos a mudanças no pensamento quanto a preservação da água e do meio ambiente. E que o professor utilizando a horta, pode associar os conteúdos teóricos à prática cotidiana.

PALAVRAS-CHAVE: horta escolar, agricultura sustentável, Educação Ambiental

 

ABSTRACT

The teaching and learning of school content needs to cross the school walls to reach the entire school community. Society faces a dilemma that is the preservation of the environment X population development. As long as the population is not aware that without proper care for natural resources, our species and the rest will be extinguished, the problem will continue. Therefore, the didactic-social transformation is necessary for there to be a change in thinking and behavior in future generations. Therefore, this project presents the importance of the school garden for the preservation of the environment and for other species, making it possible to address issues such as the environment and school, composting, among others. The activities were developed at the Pedro Evangelista Diniz State School, Ibirité - MG, with high school students. The methodology used was that of action research, with the participation of students in the organization of gardens. As a result of this proposal to implement the school garden, knowledge was gained about vegetable pests, the importance of the compost, and the implementation of the family garden. Thus, it is concluded that the work developed will lead students to changes in thinking regarding the preservation of water and the environment. And that the teacher using the vegetable garden, can associate the theoretical contents with the daily practice.

KEYWORDS: school garden, sustainable agriculture, Environmental Education

 

Introdução

 

Nos últimos anos, como consequência da globalização e do desenvolvimento da sociedade, no que se refere à acessibilidade de informações via internet e grande disponibilidade de alimentos devido à modernidade das máquinas agrícolas e do uso de agrotóxicos e produtos químicos, ocorreu um distanciamento cada vez maior das pessoas com a agricultura familiar e com o meio ambiente dentre outros problemas como a falta do consumo consciente. Esta lacuna na qual o ser humano se encontra deve ser reestruturada e preenchida com antigos e novos conhecimentos visando um ambiente sustentável que contemple e respeite todos os seres vivos. A instituição escolar é um espaço formador de cidadãos, onde crianças, adolescentes e jovens passam grande parte de suas vidas dividindo e aprendendo saberes. Por isso, projetos destinados à construção de valores tendem a transformar e modificar um país. 

O projeto-ação ‘‘A horta escolar como instrumento de transformação didático-social’’ ocorreu na Escola Estadual Pedro Evangelista Diniz (EEPED), situada na Rua Maria do Rosário, 15, Centro, Ibirité que pertence à Grande BH e ainda carregar um ar interiorano devido as paisagens e a presença de hortas que alimentam Belo Horizonte e a região metropolitana. 

Segundo Daneliv (2016) a partir da horta é possível desenvolver conceitos básicos, histórico da agricultura, educação ambiental e alimentar, além de associar o conteúdo à prática de forma experimental e concreta, apontando para uma vida saudável através de costumes simples do dia-a-dia na escola.  

O presente trabalho pretende atingir os participantes e os demais discentes em prol de uma sociedade consciente quanto sua saúde e a dos demais ressignificando o processo de produção dos alimentos.

O projeto “A horta escolar como instrumento de transformação didático-social” tem como objetivo geral fomentar entre os discentes da Escola Estadual Pedro Evangelista Diniz hábitos saudáveis e a construção de hortas em suas residências e que estas atitudes possam permear entre seus familiares sendo uma atividade continua no ambiente escolar.  De acordo com Ferreira (2013) a metodologia para qualquer trabalho escolar que vise o desenvolvimento do educando deve focar em um processo contínuo de formação e desenvolvimento.  O cultivo de hortas orgânicas dentro da escola proporciona o contato do aluno com meio ambiente, enfatizando a importância da produção dos alimentos, presença de áreas verdes, da reciclagem e consumo consciente.

A horta será usada como ferramenta para a associação da teoria da sala de aula a prática cotidiana visando desenvolver o processo ensino aprendizagem a partir de diferentes  temas como fotossíntese, alimentação saudável e Educação Ambiental.

 

Fundamentação teórica

A metodologia utilizada foi o da pesquisa-ação que de acordo com Engel (2000), esta investigação supera lacunas entre a teoria e a prática intervindo de modo inovador durante o processo de pesquisa. Buscando contextualizar e adaptar cada atividade em prol ao seu público-alvo de modo a melhorar a compreensão de todos envolvidos fomentando resultados positivos e com novas perspectivas para outros projetos.

De acordo com Morgado (2008) a escola pode ser um espaço privilegiado ao perceber a importância da gestão dos resíduos sólidos e sua destinação correta (oficina de reciclagem, coleta seletiva e uso dos resíduos orgânicos na produção da compostagem).  Formar uma visão crítica entre os educandos no que se refere ao tema “lixo” preservando a água e o meio ambiente para as atuais e futuras gerações.  

Ainda segundo Morgado (2008) a horta quando inserida na escola representa um laboratório vivo possibilitando diversas atividades pedagógicas que irão auxiliá-lo no processo de ensino-aprendizagem. Uma ferramenta a mais tanto para o educador de Ciências quanto para as demais áreas do conhecimento por ser um projeto interdisciplinar. Para a autora a ação participativa na produção de hortaliças despertam mudanças no comportamento alimentar dos alunos, atingindo assim seus familiares. As tarefas realizadas na escola tendem a se comportar como um ciclo que perpetua na família, na sociedade, e retorna para o ambiente de origem.

Reconhecer que a água é um bem valioso e deve ser preservada através do uso o consumo consciente sobre os bens e serviços de nossa sociedade. Leonard (2011) ressalta que os ser humano  desconectam de sua essência quando se distancia da natureza esquecendo de sua extrema importância quando se torna adultos e passam a dar mais valor às coisas materiais  e menospreza o que realmente importa que são os recursos naturais e o meio ambiente que os cerca.   Leonard (2011) afirma que a água é o recurso natural em que mais nitidamente se pode ver inter-relação entre os sistemas pela água estar presente no ambiente, nos seres vivos e no ar e consequentemente sem ela não há vida. 

Eno (2015) aponta a necessidade de uma agricultura de caráter autossustentável sendo menos agressiva ao meio ambiente.  Sua recomendação é a utilização de estercos de animais, rotação de cultura, adubação verde, compostagem e controle biológico de pragas e doenças.  Um desafio diante de tantos produtos químicos disponíveis para uso nos vegetais voltados para o crescimento, desenvolvimento e combate a pragas. 

Souza (2018) vem através de seu artigo reforçar que a horta ao ultrapassar o ambiente escolar tende a interagir e socializar a todos desenvolvendo assim a educação ambiental.  Pois a Educação Ambiental deve ser contínua, multidisciplinar, integradas as diferenças regionais e voltadas para os interesses nacionais sendo uma instrução de todos. É necessário reduzir a irracionalidade do modelo econômico proposto percebendo assim os problemas de degradação ambiental presentes nas cidades.

 

Metodologia

 

A escola possui uma área verde de aproximadamente 60 m2, constituída por espécies de palmeiras, piteiras do caribe e o solo coberto por gramíneas. E um pátio localizado em frente a cantina de aproximadamente 35 m2. Atualmente estão matriculados 488 alunos no Ensino Médio Regular. São jovens e adultos distribuídos em dois turnos, sendo 272 no período diurno e 216 noturno. Sendo que o projeto foi aplicado somente no período da manhã com 85 jovens de 15 aos 18 anos. O projeto “A horta escolar como instrumento de transformação didático-social” teve início em junho de 2019 a partir da divisão das turmas em equipes e a cada uma foi entregue o pré-projeto contendo o nome de uma hortaliça e um condimento para o plantio, tabela para coleta de dados referentes à água utilizada até a colheita, distribuição de tarefas entre os integrantes (responsáveis aquisição de materiais, cultivo e coletar dados bibliográficos). A professora de Biologia foi a responsável por dividir, acompanhar e dar assistência as equipes quanto a coleta de informações sobre os vegetais e suas pragas. 

O projeto foi dividido em três etapas. Sendo a primeira a apresentação, divisão das equipes, distribuição das tabelas de coleta de informações sobre o gasto diário de água e o plantio de sementes ou mudas. A coleta de informações sobre o consumo diário de água teve como objetivo fazer com que os alunos se conscientizem quanto a importância da preservação e conservação deste bem natural.  A segunda consistiu no cuidado diário com a horta. Já a terceira etapa foi o encerramento em novembro do mesmo ano com a colheita e participação na Feira de Ciências, distribuição de mudas, construção de oficinas e/ou jogos didáticos para apresentação dos resultados .

As equipes responsáveis pelo plantio do tomate, alface, almeirão, pimentão, pimenta biquinho, couve aproveitaram os pneus e canteiros de caixotes pré-existentes no pátio da escola para o preparo e plantio de suas hortaliças a partir de sementes ou mudas. Já para o plantio das ramas de batata-doce foram utilizados sacos de rafia e para o cultivo do chuchu e do maracujá, culturas com necessidade de parreira, ambos foram plantados na área verde.  Das oitos equipes participantes apenas uma não conclui a tarefa principal que foi o preparo e cultivo da horta entregando somente o jogo didático sobre pragas na cultura orgânica durante a Feira de Ciências.

A equipe responsável pela preparação da composteira para obtenção de adubo orgânico utilizou três baldes de 15 litros para o preparo da mesma, e ficou responsável pela coleta diária de cascas de frutas e legumes na cozinha da escola. A produção da composteira foi destinada para a área verde e plantio das mudas distribuídas durante o evento. Foi apresentado durante a Feira de Ciências três composteiras, sendo uma de pequeno, médio e grande porte para que a comunidade escolar possa aproveitar o lixo orgânico (cascas de legumes, ovos, pó de café) de suas casas  e produzir adubo caseiro em diferentes recipeintes (garrafas PET, potes de manteiga ou baldes).

A horta também foi local de estudo por ser utilizada no planejamento de algumas aulas teóricas associadas à prática. Para o estudar a importância da fotossíntese e pH (potencial de hidrogênio) no solo foram realizadas duas práticas sendo que a primeira se utilizou o pé de boldo na qual foi retirada a luz solar de um de seus galhos com um cone de cartolina e a segunda foram feitas coletas de terra de todas as caixas usadas no plantio.

Visando criar o hábito do cultivo de hortas caseiras como alternativa saudável e econômica para a comunidade escolar cada equipe distribuiu 40 (quarenta) mudas de hortaliças durante a Feira de Ciências. Espera-se, com isso, que as famílias passem a ter hábitos saudáveis a partir do cultivo da horta orgânica.

A tabela 1 refere-se a divisão das equipes, suas hortaliças e resultados.

Tabela 1 – Resultados das equipes

Equipes

Hortaliças

Resultados

1A

Almeirão

Foram plantados e colhidos 15 pés de almeirão. Gastos 120 litros de água.

1B

Batata-doce

Foram plantadas quatro ramas. Foram colhidos 2 quilos. Gastos 800 litros de água.

2A

Tomate

Devido à falta de água na rega as sementes e mudas morreram. Foram feitas quatro tentativas de plantio, mas o resultado foi o mesmo.

2B

Tomate

O tomateiro foi contaminado por fungo e tratado com vinagre (1 para 3 de água). Foram colhidos 300 gr e gastos 245 litros de água. 

2C

Chuchu, maracujá

Os quatro pés de chuchu morreram. O maracujá está jovem. Foram gastos 240 litros de água.

2D

Condimentos

As mudas distribuídas foram retiradas de um único pé vistoso de manjericão.  Foram colhidos pimentão e pimenta biquinho.  Foram gastos 200 litros de água.

3A

Couve, alho

Devido à falta de luz solar a couve desenvolveu em novembro. Foram colhidos 3 molhos e o gasto de água foi 300 litros. O alho morreu pelo ataque de pulgões. Combate:  vinagre e água; água  e sabão; água e fumo; água e trigo,  mas que não surtiu efeito.

3B

Couve, cebolinha

Exposta a muito sol a couve desenvolve, contudo, sua sombra enfraqueceu a cebolinha, presença de pulgões combatido com fumo macerado na água.  Gasto de água 400 litros de água. 

 

 

 

Considerações finais

A partir dos desafios encontrados o projeto ganha novo formato criando novas perspectivas. O cultivo orgânico é um desafio por requerer uma maior vigilância por parte dos participantes, ser lento e susceptível a pragas. Por vezes, os alunos questionaram sobre o uso de agrotóxicos, fertilizantes e a demora na colheita. Diante dessas dificuldades foram realizadas discussões sobre a importância do cultivo orgânico para a nossa saúde evitando produtos químicos. Ambas as equipes chegaram a conclusão de que o gasto de água para o plantio é enorme e que novas técnicas para a continuidade do projeto precisarão ser repensadas visando minimizar o impacto no consumo de água.

Também observaram que os restos de alimentos podem ser aproveitados e transformados em adubo e não descartados diretamente no lixo comum. Por poucos alunos participarem há muito ainda a ser feito, mas será necessário que aconteça no contra turno para que todos os objetivos sejam alcançados. Estes jovens podem atuar como agentes de seu município obtendo novos pontos de vista para uma carreira futura direcionada para a localidade, pois Ibirité é conhecida como um ”município dormitório” na qual as pessoas tendem a se deslocarem para a Belo Horizonte, Contagem ou Betim em busca de emprego. É necessário uma conscientização sobre a importância do plantio no entorno da escola, pois antigamente Ibirité tinha a tradição de hortas familiares, mas que vem se perdendo e carece de incentivo para que a população local trabalhe para voltar esta cultura com o auxílio de novas tecnologias. 

Projetos voltados à consciência ambiental são sementes lançadas e que podem ou não germinar. Ou ainda germinarem tardiamente. Por isto devem ser trabalhados incessantemente na sociedade como um todo, mas enfatizados nas escolas. Há muito ainda o que fazer, pois o ser humano, por um tempo, discorreu ser a única espécie no planeta. Vivemos entre teias alimentares e seres vivos diversos que devem ser respeitados assim como seus ambientes. Somos todos responsáveis por nosso planeta.

 

Referências   bibliográficas

DANELIV, Lucio. Horta Escolar: um instrumento ecoalfabetizador no Ensino Fundamental. OS DESAFIOS DA ESCOLA PÚBLICA PARAENSE NA PERSPECTIVA DO PROFESSOR PDE – Cadernos PDE. Vol. I, p. 2, 2016. Disponível em: <http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pd e/2016/2016_artigo_cien_unicentro_luciodaneliv.pdf.> Acesso em: 02 de setembro de 2019.

 

ENGEL, Irineu Guido. Pesquisa-ação. Educar, Curitiba, n. 16, p. 181-191. 2000. Editora da UFPR. Disponível em: <http://www.educaremrevista.ufpr.br/arquivos_16/irineu_engel.pdf>  Acesso em: 15 de novembro de 2019.

 

ENO, Elen Gomes de Jesus. LUNA, Renata Raimundo de. LIMA, Renato Abreu. Horta na escola: incentivo ao cultivo e a interação com o meio ambiente. Revista Eletrônica em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental Santa Maria, v. 19, n. 1, jan.-abr. 2015, p. 248-253. Revista do Centro de Ciências Naturais e Exatas – UFSM. Disponível em: <https://periodicos.ufsm.br/reget/article/viewFile/19538/pdf>Acesso em:02 de setembro de 2019.

 

FERREIRA, Carlos Alberto. Os olhares de futuros professores sobre a metodologia de trabalho. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, n. 48, p. 309-328, abr./jun 2013. Editora UFPR. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/er/n48/n48a18.pdf> Acesso em: 18 de março de 2018.

 

LEONARD, Annie. A história das coisas: da natureza ao lixo, o que acontece com tudo que consumimos. Rio de Janeiro: Zahar, 2011.  

 

MORGADO, Fernanda da Silva. SANTOS, Mônica Aparecida Aguiar dos Santos. A horta escolar na Educação Ambiental e alimentar: experiência do Projeto Horta Viva nas escolas municipais de Florianópolis. n.6, p. 3-4, 2008. Revista Eletrônica     de       Extensão.      Disponível    em: <file:///C:/Users/home/Downloads/9531-28986-1-PB.pdf> Acesso em: 02 de setembro de 2019.

 

SOUZA, Sandra Noelia da Silva. et. al. Horta escolar e suas contribuições na promoção da saúde, alimentação saudável e preservação ao meio ambiente. n.63. p.15-18, março 2018. Disponível em: <http://www.revistaea.org/pf.php?idartigo=3081>Acesso em: 02 de setembro de 2019.

 


Recebido em 24 de outubro de 2020
Publicado em 18 de dezembro de 2020


Como citar este artigo (ABNT)

FONSECA, Anicely Débora Rodrigues. MAIA, Marcelo Reis. A Horta Escolar como Instrumento de Transformação Didático-Social. Revista MultiAtual, v. 1, n. 8., 18 de dezembro de 2020. Disponível em: https://www.multiatual.com.br/2020/12/a-horta-escolar-como-instrumento-de.html
A HORTA ESCOLAR COMO INSTRUMENTO DE TRANSFORMAÇÃO DIDÁTICO-SOCIAL A HORTA ESCOLAR COMO INSTRUMENTO DE TRANSFORMAÇÃO DIDÁTICO-SOCIAL Reviewed by Revista MultiAtual on dezembro 04, 2020 Rating: 5
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