DOI: 10.5281/zenodo.6416294

 

Lícia Tavares da Costa

Graduação, Centro Universitário São Miguel (UNISÃOMIGUEL), Recife-PE, liciatavares3@gmail.com

 

Evellyn Cristine de Araújo Lima

Graduação, Centro Universitário São Miguel (UNISÃOMIGUEL), Recife-PE, evellyncristine19@gmail.com

 

Ingrid Silva de Oliveira

Graduação, Centro Universitário São Miguel (UNISÃOMIGUEL), Recife-PE, ingridoliveiraa05@gmail.com

 

Tainan Silva de Oliveira

Graduação, Centro Universitário São Miguel (UNISÃOMIGUEL), Recife-PE, solivieira.tainan@gmail.com

 

Victor Gutemberg Mendes Ferraz

Graduação, Universidade Estadual de Montes Claros, Minas Gerais, gutemvictor@gmail.com

 

Poliana da Silva Lúcio

Docente da Graduação de Enfermagem no Centro Universitário São Miguel (UNISÃOMIGUEL), Recife-PE, Mestre em Enfermagem pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), polianalucio2014@gmail.com




O câncer se caracteriza como um problema de saúde pública que fragiliza de maneiras diferentes a vida dos acometidos, logo, em 8 de dezembro de 2005 o Ministério da Saúde institui a Política Nacional Oncológica, compondo os cuidados e afirmou que os cânceres com maior incidência no grupo feminino são: de pele não melanoma (83 mil casos novos), mama (57 mil), cólon e reto (17 mil). Nesse quadro, as mulheres ao receberem o diagnóstico vivenciam a sensação de sofrimento. Como parte integrante no cuidado, o enfermeiro destaca-se na assistência integral e na promoção de auxílio durante o processo, pois é o profissional mais acessível em todos os segmentos.