DOI: 10.5281/zenodo.8127101

 

Fernando José Pereira da Costa

Economista e Mestre em Energia, Pesquisador. E-mail: fjpcosta@sapo.pt

 

Manoel Gonçalves Rodrigues

Administrador e Engenheiro Químico e Doutor em Engenharia Mecânica. Professor Universitário. E-mail: manoel.grodrigues@gmail.com

 

RESUMO

A globalização, enquanto processo econômico, político e social, reforçou e ao mesmo tempo foi reforçada pelo neoliberalismo, o que acarretaria em fortes impactos a nível das relações internacionais. Assim, o debilitamento do Estado a nível da política econômica, em razão da desregulação das economias, marcaria o advento e a hegemonia do livre mercado a guiar a trajetória das diversas organizações. O fim da guerra fria trouxe a hegemonia dos Estados Unidos da América. De fato, a hegemonia unipolar e o paradigma neoliberal elegeriam o Estado desregulado em detrimento do Estado interventor, da variante europeia (Welfare State) ao modelo latino-americano, isto é, um Estado desenvolvimentista. Contudo, as transformações ocorridas nos últimos anos a nível da ordem econômica mundial em especial a ascensão de alguns países emergentes, abre hipóteses não só para um novo arranjo geopolítico no mundo, como também para o mitigação do modelo econômico de cunho liberal.

Palavras-chave: globalização, economia, relações internacionais.