DOI: 10.5281/zenodo.19223933

 

Rafael Coe Barbosa

Mestre em Serviço Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

 

Ingra Moratori Sobreira

Mestre em Serviço Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

 

Luana de Souza Siqueira

Professora Doutora em Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

 

Gláucia Lelis Alves

Professora Doutora em Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

 

RESUMO

Esse trabalho analisa criticamente o uso da Lei de Alienação Parental, seus impactos sobre mulheres e crianças no Brasil, e a atuação de assistentes sociais e de coletivos maternos na denúncia das violações de direitos. A partir de dados e referenciais feministas marxistas, discute-se a função ideológica da LAP e a mobilização por sua revogação.

Palavras-chave: Alienação Parental; Violência de gênero; Feminismo; Serviço Social.