DOI: 10.5281/zenodo.19771807

 

Ellen Nathielly Linhares Vieira

Engenheira Civil, formada na UFERSA, ellennathielly.dma@gmail.com

 

Daniel Carlos de Carvalho Crisóstomo

Doutor em Engenharia Elétrica. Professor do Departamento de Ciência e Tecnologia da UFERSA, daniel.crisostomo@ufersa.edu.br

 

RESUMO

Introdução: A exposição de agrotóxicos à agricultores em pequenas comunidades rurais é algo recorrente, os quais possuem um nível de escolaridade baixo e limitações para executar de forma adequada o manuseio dessas substâncias. Objetivo: realizar uma pesquisa sobre os procedimentos de segurança que os agricultores utilizam ao manusear os agrotóxicos nas comunidades rurais do munícipio de Condado – PB. Método: estudo exploratório-descritivo de abordagem quantitativa e qualitativa, realizado através da aplicação de um formulário à 60 agricultores distribuídos em nove sítios do munícipio. Resultados: Foi visto que 36,66% desses trabalhadores não conhecem nenhum sintoma causado por este contato. Dos 45 trabalhadores que sabem ler, 46,67% não possuem o hábito de ler o rótulo das embalagens. Os agricultores não armazenam de forma adequada esses produtos, assim como, a distância de armazenamento até as residências. Além disso, apenas 1,66% dos 60 entrevistados devolvem as embalagens vazias para uma organização autorizada. Em relação ao uso de EPI’s, 3 agricultores não conhecem nenhum equipamento e 11 nunca utilizaram. Conclusão: algumas medidas de segurança identificadas não seguiam corretamente aos itens da NR–31, com a ocorrência de práticas mais perigosas e apresentando condições com riscos consideráveis à saúde humana

Palavras-chave: Agricultura de subsistência. Agricultor. Pulverização.